Edição Fevereiro/2004

Índice

Sherazade
Curiosidades
Pensamento do Mês
CARNAVAL DE VÁRIAS ÉPOCAS
Calendário
Oração
UM COMUNICADOR NOTA DEEEEEZZZZ!
O CARNAVAL DO POVÃO
CRÔNICA
PASSATEMPO
Crônica
Informativo Fiscal
Humor


Sherazade
Moisés Zetune é o novo distribuidor da Revista Saara informa. Obrigada, amigo!

Comerciante muito badalado da Rua da Alfândega,daqueles que não arredam pé do pedaço,foi visto em Conservatória fazendo serenata num fim de semana de janeiro!

Estevão Ciavatta,o nosso cineasta, foi confundido com o cantor” Gabriel, o Pensador” quando tomava café no “Bunda de fora”. Chegou a distribuir alguns autógrafos. Ciavatta é bom artista mas não canta...

Vários famosos do Carnaval estão desfilando pelas lojas da Saara.

Chafy Nacif, nosso ex-presidente, sempre foi atacadista! Rolou no tapete e, na queda, quebrou perna e braço. passa bem, está sendo tratado pela dedicada irmã Justina.

À Colônia chinesa, nossos votos de felicidade pelo novo ano, o do “macaco”, que se iniciou no dia 23 de janeiro.

No mesmo dia, o deputado Jorge Bittar foi recepcionado no restaurante Sírio e Libanês por um grupo de comerciantes liderados pelo Presidente Ênio Carlos Bittencourt.

Vocês sabiam que o Café “Bunda de Fora” foi citado pelo José Simão do jornal Folha de São Paulo? E que o Nelson é um gentleman, além de ser o maior distribuidor, exibe na parede da Fama (lá não é calçada, é pa-re-de sim!!!) o quadro oficial do SAARA Informa, com toda simpatia! Obrigada!!!


Curiosidades

Azul marinho – vício de linguagem popular, anteriormente era falado como azul da marinha, que deixou de ser usado.

Obrigado – atualmente se usa tanto no masculino quanto no feminino, neste último, o certo seria “obrigada”.

Vamos – passou a ser usado como “vamo”.

Está – foi reduzido para “tá”.

Anterior – A palavra indicada para moça, “sinhorinha” acabou virando “sinhazinha”. A Hebe Camargo chama as senhoras idosas de “senhorinha” – como diminutivo de senhora, trocando o tratamento.
 
Pensamento do Mês

Eu pedi a Deus para retirar os meus vícios.
Deus disse: Não.
Eles não são para eu tirar, mas para você desistir deles.

Eu pedi a Deus para fazer meu filho aleijado se tornar completo.
Deus disse: Não.
Seu espírito é completo, seu corpo é apenas temporário.

Eu pedi a Deus para me dar paciência .
Deus disse: Não.
Paciência é um subproduto das tribulações;
ela não é dada, é aprendida.

Eu pedi a Deus para me dar felicidade.
Deus disse: Não.
Eu dou bênçãos, felicidade depende de você.

Eu pedi a Deus para me livrar da dor.
Deus disse: Não.
Sofrer te leva para longe do mundo e te traz para perto de mim.

Eu pedi a Deus para fazer meu espírito crescer.
Deus disse: Não.
Você deve crescer em si próprio! Mas eu te podarei para que dês frutos.

Eu pedi a Deus todas as coisas que me fariam apreciar a vida.
Deus disse: Não.
Eu te darei a vida, para que você aprecie todas as coisas.

Eu pedi a Deus para me ajudar a AMAR os outros,
como Ele me ama.
Deus disse: ... Aaaahhhhh, finalmente você entendeu a idéia.
Que Deus te abençoe,
“Para o mundo você pode ser uma pessoa, mas para uma pessoa você pode ser o mundo”.


Fonte: Internet


CARNAVAL DE VÁRIAS ÉPOCAS

O que ficou inesquecível:

1 – Os banhos de mar à fantasia.
2 – O corso (carros conversíveis, muita serpentina e confete).
3 – As músicas compostas especialmente para o carnaval.
4 – Serpentina, confete e lança-perfume.
5 – Os bailes pré-carnavalescos dos grupos dos cafajestes, “Caju Amigo” e outros.
6 – Os famosos bailes do HIGH LIFE, pré-carnavalescos e durante o carnaval.
7 – O perfume, a decoração perfeita do Baile do Havaí.
8 – A beleza do baile oficial da cidade do Rio de Janeiro, no Teatro Municipal.
9 – O 1° desfilante masculino no concurso de fantasias do Teatro Municipal – Clóvis Bornay.
10 – A elegância de Evandro Castro Lima nas passarelas dos concursos de fantasias.
11 – O povo nas ruas. Os blocos de sujo. Famílias passeando no centro da cidade (Av. Rio Branco e Cinelândia), com crianças fantasiadas ou apreciando quem fazia charge política, blocos espontâneos.
12 – A disputa na terça-feira gorda entre o Clube Monte Líbano com a “Noite de Bagdá” e o Sírio e Libanês com o “Baile da Vitória”. Estes dois bailes, com concursos de fantasias, fechavam o carnaval.

HISTÓRIA DO CARNAVAL

A origem do carnaval é algo ainda indefinido. Por vários anos, grandes historiadores tentaram encontrar sua origem, dentro e fora do Brasil.

Para outros, a palavra seria derivada da expressão do latim “carnem levare”, modificada depois para “carne, vale !” (adeus, carne!), palavra originada entre os séculos XI e XII que designava a quarta-feira de cinzas e anunciava a supressão da carne devido à Quaresma.

No Brasil a origem do carnaval não é menos controversa. Alguns baseiam-se na festa feita pelo povo para receber a Família Real no Brasil como o marco zero do carnaval, outros já citam o aparecimento dos primeiros cordões, no início dos anos 20, como o surgimento do que mais se aproxima do carnaval de hoje.

A popularização do carnaval no Brasil acontece mesmo com o surgimento das marchinhas, com destaque para a primeira composição feita especialmente para o carnaval, “Abre Alas” de Chiquinha Gonzaga, feita sob encomenda para o cordão “Rosas de Ouro”, em 1899.

Os carros alegóricos chegaram ao país em 1786, quando três dias de festas comemoraram o casamento de Dom João com Carlota Joaquina. O samba é a própria identidade nacional brasileira. E sabe-se que, desde 1870, o cruzamento de influências entre o lundu, a polca, a habanera, o maxixe e o tango começou a produzir um tipo de música que tendia ritmicamente para o samba.

Do século XIX, ficam lembranças marcantes: o Baile de Máscaras do Hotel Itália, na Praça Tiradentes (1840); o surgimento do zé-pereira (1848); o primeiro préstito com carros alegóricos, da Sociedade Sumidades Carnavalescas (1850); o desfile do primeiro rancho, o Dois de Ouros, liderado pelo baiano Hilário Jovino Ferreira (1873); e, finalmente, o aparecimento da música feita para o carnaval, o Abre-Alas de Chiquinha Gonzaga, composta a pedido dos líderes do cordão “Rosas de Ouro”.

Em 1928 foi criada a primeira escola de samba, Deixa Falar, e, logo depois, a Mangueira.

No ano seguinte começaram os desfiles, realizados na Praça Onze até 1942, quando passaram para a Avenida Presidente Vargas. A partir de 1963 as escolas de samba assumem definitivamente a posição de maior atração do carnaval carioca, embora os grandes bailes do Teatro Municipal, o Baile do Havaí, no Iate Clube, e o Baile do Copa, no Hotel Copacabana Palace e os concursos de fantasias (com des-taque para os do Hotel Glória e do Clube Monte Líbano, e Sírio e Libanês) ainda procurassem resistir.

Com a ascensão das escolas, por falta de interesse, de renovação e por trazerem um discurso que pareceu inadequado aos novos tempos, também foram minguando os desfiles das grandes sociedades, dos ranchos e dos blocos. Em 1974, o desfile das escolas de samba passa para a Avenida Rio Branco, por causa das obras do metrô. Ficam lá até 1984, quando foi inaugurado o Sambódromo, onde as escolas desfilam até hoje

O primeiro baile de máscaras de que se tem notícia no Brasil foi realizado no Hotel Itália (Largo do Rocio, RJ) em 1840, por iniciativa de seus próprios proprie-tários italianos, empolgados pelo sucesso dos grandes bailes de máscaras da Europa. A repercussão foi tamanha que muitos outros seguiram-se a este, marcando, também através do carnaval, as diferenças sociais que atingiam a sociedade brasileira: de um lado, a festa de rua, ao ar livre e popular; do outro, o carnaval de salão que agradava sobretudo à classe média emergente no país.

Dos salões, os bailes transferiram-se aos teatros, animados principalmente pelo ritmo da polca - primeiro gênero a ser adotado como música carnavalesca no Brasil - e depois, envolvidos pelo som da quadrilha, da valsa, do tango, do “cake walk”, do “charleston” e do “maxixe”. Até então, esses ritmos eram executados apenas em versão instrumental.

Somente por volta de 1880 os bailes passaram a incluir a versão cantada, entoada pelos coros. Em 1907, foi realizado o primeiro baile infantil, dando início às famosas matinês. As novidades não pararam por aí e as modalidades se multiplicavam, como as festas em casas de família, bailes ao ar livre, bailes infantis, e até mesmo bailes em circo.

Em 1909, surge o primeiro concurso, premiando a mais bela mulher, a fantasia mais bonita e a melhor dança. Os prêmios eram jóias valiosas e somente os homens tinham direito a voto. Enfim, o carnaval crescia a cada ano, passando a fazer parte da realidade cultural do país, enquanto na Europa já se notava a sua decadência.

Por essa mesma época, a classe média preparava-se para invadir as ruas com outra novidade européia: os desfiles de carros alegóricos. O pioneiro da idéia foi o romancista José de Alencar, um dos fundadores de uma Sociedade denominada Sumidades Carnavalescas.

fonte: O Dia online - http://odia.ig.com.br/sites/carnaval/hist_carn_bras.htm


Calendário

9 - DIA DE SANTA APOLÔNIA

Ela é a padroeira universal da Odontologia. Santa Apolônia, a virgem diaconisa de Alexandria, no Egito, foi martirizada no ano de 249, tendo seus dentes destruídos por pedradas e seus maxilares fraturados antes da morte, em praça pública. Em sua agonia rezou para que as pessoas não sofressem com dores nos maxilares e nos dentes.

O culto de Santa Apolônia é realizado no primeiro domingo de cada mês, na Matriz do Santíssimo Sacramento, à Av. Passos, 50.


Oração

Oh, bom Deus!

Rogamos que a intercessão da gloriosa e mártir de Alexandria, Santa Apolônia, nos livre de todas as enfermidades do rosto e da boca.

Lembrai-vos principalmente das criaturas inocentes e indefesas.

Afastai, se possível, a amargura das dores de dentes.

Iluminai, fortificai e protegei os cirurgiões-dentistas, para que sempre se dediquem ao próximo com o amor que de vós emana e nos seja dado usufruir de vosso reino...

Santa Apolônia, intercedei por nós.

Amém.


UM COMUNICADOR NOTA DEEEEEZZZZ!

Jorge está completando 33 anos de atividades artísticas e o seu ‘SAMBA DE PRIMEIRA” , 31, que foram comemorados em janeiro, dia 26, no Canecão, em bonita e concorridíssima festa com a presença dos premiados com o Troféu “Pandeiro de Ouro”, na sua 18ª edição, foi Nota Deeezzzzzz!!!

Jorge é filho de Aziza e Aerton Perlingeiro, precursores da TV brasileira.

Ainda garoto, começou a circular pelo mundo televisivo, primeiramente nos bastidores, depois na produção do programa de seu pai Aerton Perlingeiro, “Almoço com as Estrelas”, na extinta Tv Tupi, o mais importante programa do gênero na época, onde artistas, intelectuais e personalidades eram recebidos para almoço. O programa tinha grande audiência, era bastante focalizado pela mídia e todos disputavam a chance de lá se apresentar.

Com a experiência adquirida, resolveu seguir carreira solo e criou o REPORTER FLUMINENSE, dedicado ao antigo Estado do Rio de Janeiro, que ia ao ar ao meio-dia, antes de entrar o “Almoço com as Estrelas”.

Depois veio o SÁBADO FELIZ, um programa de prêmios e brincadeiras, quando surgiu a idéia do SAMBA DE PRIMEIRA.

O Programa “SAMBA DE PRIMEIRA’’ com formato de um American Bar, atualmente gravado no Barril Barra 8000 na Barra da Tijuca, é o único programa do gênero onde os convidados se confraternizam num ambiente de papo informal.

O programa que começou na extinta TV TUPI, passando pelas Rádios CAPITAL E TAMOIO e pela TV CORCOVADO, ficou (09) nove anos na TV BANDEIRANTES, e há cinco anos está na CNT RIO (canal 9 – domingo às 13h). Hoje é considerado um dos melhores do gênero, sendo um dos mais antigos programas de variedade da televisão brasileira.


O CARNAVAL DO POVÃO

Jorge Perlingeiro, em parceria com a Associação das Escolas de Samba do Rio de Janeiro garante a transmissão em rede nacional do desfile do grupo de acesso A para o carnaval 2004. O evento será transmitido pela CNT Brasil-Canal 9.

O projeto, denominado “Carnaval do Povão” será realizado pelo 3º ano consecutivo e teve inicio dia 1º de janeiro de 2004 com um total de 50 boletins diários (sempre das 21:55h às 22:00h), além de um debate de uma hora no dia 19 de fevereiro de 2004 das 21:00 às 22:00 h, nas 48 horas que antecedem o desfile do dia 21 de fevereiro, ao vivo, para todo o Brasil partir das 18:30 horas.

As escolas do grupo A, já em ordem de desfile são:

União da Ilha do Governador
Lins Imperial
Estácio de Sá
Alegria da Zona Sul
Leão de Nova Iguaçu
União de Jacarepaguá
Acadêmicos do Cubango
Inocentes da Baixada
Acadêmicos de Santa Cruz
Unidos de Vila Isabel
Acadêmicos da Rocinha
Paraíso do Tuiuti

Os carnavalescos MAX LOPES e MILTON CUNHA estão confirmados na equipe de comentaristas do Carnaval do Povão, pelo segundo ano consecutivo.

Jorge Perlingeiro é esperado com ansiedade na quarta-feira de cinzas, quando com seriedade lê, em rede nacional, as notas que os jurados conferiram às escolas de samba, principalmente as do grupo especial.

A praça da Apoteose vira praça de guerra e Jorge não se abala nem quando sua escola favorita é injustiçada. Jorge é Nota Deeeeeeeeeeeeezzzzzzzzzzzzzzzzz!!!


CRÔNICA

NO TEMPO DO LANÇA-PERFUME

Como esquecer o lança-perfume? Como esquecer os carnavais em que ele reinou? Para os jovens de hoje, vou contar sua história. Tinha o mesmo formato dos desodorantes atuais, continha éter perfumado que ao ser lançado provocava um forte jato gelado, alcançando dois metros. Este produto era fabricado pela Rhodia e os jovens adquiriam avidamente os lança-perfumes, tanto as de vidro quanto a Rhodo metálica. A rapaziada tinha o prazer de acertar as pernas das mocinhas só para vê-las arrepiadas, pulando e dando gritinhos. A rua da Alfândega e Av. Passos forneciam fantasias, principalmente as lojas Mathias, Mandarim e Turuna. As firmas N. Haddad e Irmãos, Alex Arab e Diuana e Cia. Eram os maiores fornecedores de serpentina, confete e lança-perfume. Elas estavam em milhares de mãos na Av. Rio Branco, onde dezenas de carros enfileirados e andando lentamente faziam o corso no carnaval, atados por centenas de serpentinas. Os automóveis tipo Ford Bigode com a capota de lona arriada e estribos, permitam aos foliões fantasiados, pular, dançar, aconpanhando os alto-falantes que tocavam as marchinhas “Mamãe eu quero”, “Jardineira” e “Alá Laô”. Era uma época romântica e o povo brincava nas ruas fantasiado de Pierrô, Colombina, Odalisca... Havia também as lindas pastorinhas desfilando e o famoso bloco dos sujos. Alguns homens desmunhecavam e se vestiam de mulher. Todavia, a vedete era a Lança-perfume, no meio desta folia, provocando brincadeiras com jatos perfumados riscando o ar numa batalha para acertar uns aos outros.

Ainda não existiam desfiles de escola de samba nem Sambódromo.Os foliões se divertiam nas ruas e nos clubes como Banda Portugal, High Life, Bola Preta e no último dia os desfiles eram feitos pelos carros alegóricos, patrocinados pelos clubes Democrático, Feniano, Bola Preta, entre outros. O início do desfile começava na Praça Onze, saindo pela Rua Camerino, percorria a Av. Marechal Floriano, atravessava a Av. Rio Branco e terminava na Av. Passos.

As famílias que ainda moravam na Rua da Alfândega e adjacências, preparavam os farnéis, carregavam as cadeiras e ocupavam as calçadas da Av. Passos. Era um lindo espetáculo a entrada dos cavaleiros, com botas e fardas montando belos cavalos que faziam evoluções. Tiravam as cartolas saudando a multidão, enquanto os da frente soavam as cornetas produzindo uma fanfarra maravilhosa. Em seguida vinham os carros alegóricos (modestos comparados com os atuais) cheios de dourados, prateados e luzes faiscantes com mocinhas jogando beijos, fazendo o povo delirar.

Às 11 horas o desfile terminava e as famílias voltavam para suas casas, com os filhos adormecidos no colo. O reinado do Momo tinha terminado e as ruas desertas faziam lembrar a canção “Agora é cinza, tudo acabado e nada mais”. ( Com a abertura da Av. Presidente Vargas, os desfiles passaram a ser feitos nesta avenida e anos depois no Sambódromo).

Num canto da calçada, entre serpentinas e confetes, estava caída um lança-perfume metálico, amassado, solitário e abandonado. Ele parecia sentir que seria o seu último carnaval. Neste mesmo ano, na década de 50, um decreto proibiu sua fabricação, alegando que este produto continha éter e viciava os usuários que cheiravam e ficavam drogados. Entretanto o lança-perfume deixou saudades e fez parte de uma geração e muitos carnavais, alcançado prazeres idos e vividos que não voltam mais.

Henrique Nigri - Comerciante e escritor


PASSATEMPO

Tipos de Assalto!
 

Assaltante Cearense
Ei, bixim... Isso é um assalto!!! Arriba os braços e num se bula nem faça munganga... Passa vexado o dinheiro senão eu planto a peixeira no teu bucho e boto teu fato pra fora... Perdão meu Padim Ciço, mas é que eu tô com uma fome da moléstia...

Assaltante Mineiro
- Ô sô! Prestenção!!!Isso é um assarto, uai... Levant’os braço e fica quetin quesse trêin na minha mão tá cheím de bala... É mió passá logo os trocado que eu num tô muito bão hoje não! Vai andando, sô....Tá esperando o que, uai? Ara,sô!

Assaltante Gaúcho
- Ó gurí, ficas atento... Báh, isso é um assalto... Levantas os braços e te aquieta, tchê! Não tente nada e tome cuidado que esse facão corta que é uma barbaridade... Passa os pilas prá cá! E te manda a la cria, senão o quarenta e quatro fala!!!

Assaltante Carioca
- Já éra, cumpadi!!! Perdeu!!! Seguiiiinnte aí, mermão... Tu se ferrou, aí, isso é um assalto...Passa a grana e levanta os braços aí rapá... Não fica de bobeira que eu atiro bem pra caramba... Aí, vai andando e se olhar pra trás vira presunto..,Aí!

Assaltante Baiano
- Ô meu rei....(longa pausa)........Isso é um assalto... Levanta os braços, mas não se avexe não... Se num quiser nem precisa levantar,pra num ficar cansado... Vai passando a grana, bem devagarinho... Num repara se o berro está sem bala, mas é pra não ficar muito pesado... Não esquenta, meu irmãozinho, vou deixar teus documentos na próxima encruzilhada...

Assaltante Paulista
- Ôrra, meu... Isso é um assalto, meu.... Alevanta os braços, meu.... Passa a grana logo, meu... Mais rápido, meu, que eu ainda preciso pegar a bilheteria aberta pa comprar o ingresso do jogo do Curintian, meu... Pô, se manda, meu...

Assaltante Candango (QUE VIVE EM BRASÍLIA)
- Caro povo brasileiro! No final do mês, aumentaremos as seguintes tarifas: energia, água, esgoto, gás, passagem de ônibus, IPTU,IPVA,lincenciamento de veículos, seguro obrigatório, gasolina, álcool, imposto de renda, IPI, ICMS,PIS,COFINS ... E como sempre, vocês vão ficar bem quietinhos, sem fazer nada... E vão votando, vão votando!


Você Sabia?

Você sabia que os deputados federais ganham...
Salário: R$ 12 mil
Auxílio-moradia: R$ 3 mil
Transporte: 4 passagens aéreas de ida e volta a Brasíla/mês
13° e 14° salários: No fim e no início de cada ano legislativo
Verba para despesas comprovadas: R$ 7 mil
Verba para assessores: R$ 3,8 mil
90 dias de férias anuais e folga remunerada de 30 dias
Mais R$ 35 mil por mês como verba de gabinete
Direito a contratar 20 servidores para seu gabinete
E ainda vão receber R$ 25,4 mil para trabalharem durante o recesso?
O dinheiro sairá dos cofres públicos, ou seja, do nosso bolso!!!
Mostre sua indignação e envie este texto a todos os seus amigos e conhecidos para que protestem junto aos deputados federais e senadores.


Crônica

ANDARILHO

Em minhas andanças pela vida, cada pedaço de chão, cada rosto ou aperto de mão, descansando ou trabalhando, eu sinto que cresço e tenho tudo que mereço.

Em minhas andanças, minhas mudanças, em cada cidade, eu planto mais esperanças, e como andarilho, todo o caminho que faço só faz sentido porque consigo novas conquistas. Apesar de ensaiar os primeiros passos, intuo que este caminho me leva à Deus, e lá vou eu, caindo, levantando, engatinhando, me equilibrando, mas sempre procurando, com o máximo de bom humor, encontrar aquele abismo de felicidade!!!

Enquanto isto, ao longo do caminho, eu colho as rosas e os espinhos. Talvez com seu perfume e delicadeza, as rosas me ajudem a serenar as dores que os espinhos me provocam, por não saber eu colhê-los com perfeição.

Sou dono de mim, da minha vida, do meu destino. Sou livre para escolher como quero ser, e tudo o que eu quero viver. Sou eu quem vai dizer quantas voltas o relógio vai dar para eu completar o percurso que me levará à grande sabedoria. Sou responsável por cada noite e cada amanhecer. Como andarilho, sou responsável pelo meu caminho, que eu juro, me levará a Deus.

Vilma Porto Sarlo



Informativo Fiscal

1. EPP – ME – RECOLHIMENTO DO ICMS

Resolução 59 SER, de 15.12.2003.

Fixa o Calendário Fiscal para pagamento do ICMS devido por microempresas e empresas de pequeno porte no exercício de 2004. Não havendo expediente bancário na data de vencimento do imposto, o prazo fica prorrogado para o primeiro dia em que tal expediente venha a ocorrer.

2. UFIR-RJ – VALOR PARA 2004

Resolução SER 060, de 18.12.2003.

O valor da Unidade Fiscal da Referencia do Estado do Rio de Janeiro (UFIR-RJ), para o exercício de 2004, será de R$ 1,4924.

3. ICMS – DEBITO FISCAL – ANISTIA – REDUÇÃO - REMISSÃO

Lei 4.246, de 16.12.2003.

Fica instituído o Programa de Reestruturação Fiscal do Estado do Rio de Janeiro (REFERJ), destinado a promover a regularização de débitos fiscais em atraso do ICM/ICMS, inclusive do imposto retido e não recolhido, através de pagamentos até 30 de janeiro de 2004, sem juros e multas, parcelamentos com ou sem redução de juros e multas, desde que relativos a fatos geradores ocorridos até dezembro /2002.

4. ICMS – CADASTRO – COMPROVANTE DE INSCRIÇÃO

Resolução 67 SER, de 23.12.2003.

Fica instituído o Comprovante de Inscrição e de Situação Cadastral (CISC) como documento de identificação do contribuinte, em substituição aos atuais Cartão de Inscrição e Comprovante Provisório de Inscrição, que ficam extintos. O CISC estará disponível, para consulta e impressão, na Internet, na página da Secretaria do Estado da Receita (SER), www.receita.rj.gov.br, no item “Serviços”.

5. ICMS – ECF -CARTÃO DE CRÉDITO

Resolução 61 SER, de 18.12.2003.

O contribuinte usuário de ECF pode optar, uma única vez, por autorizar a administradora de cartão de crédito ou débito a fornecer à Secretaria de Estado da Receita as informações relativas às operações e prestações realizadas até 31 de dezembro de 2004. A opção deverá ser formalizada até 30 de junho de 2004, mediante comunicação à repartição fiscal. A opção perderá a eficácia a partir do dia 1º de janeiro de 2005.

6. COFINS – NÃO CUMULATIVIDADE – RETENÇÃO NA FONTE

Lei 10.833, de 29.12.2003. (conversão da MP 135)

Entrada em vigor a partir de 01.02.2004 a retenção de tributos e contribuições federais previstos nos artigos 30 e 31.


Humor

Sorria

Jesus caminhava quando encontrou, sentado em uma pedra, um velhinho que aparentava estar muito triste. Vendo isto, Jesus se aproximou e perguntou:
- O que houve, meu senhor, por que estás tão triste?
- Sabe o que é, moço, é que bati a cabeça e não me lembro de nada... Tudo que lembro é que sou carpinteiro e tenho um filho muito famoso.
Carpinteiro? Filho famoso? Pensou Jesus, e com enorme alegria gritou:
- Papai!
Com o mesmo entusiasmo o velho respondeu:
- Pinóquio!

- Sabe como a bruxa sai na chuva?
- Como?
- De rodo.

O garoto fazia pipi na praça, o guarda, bem humorado, falou:
- Não faz pipi aí não, senão eu corto o seu piupiu.
No outro lado da rua ele vê uma menininha da sua idade, também fazendo o mesmo. Ele olha a menina e fala assuntado:
- Nossa, esse guarda não brinca em serviço!

O ladrão berra ao vendedor da livraria:
- O dinheiro ou a vida!
- Sabe qual é a editora ou o nome do autor?

O cara, discutindo com um bêbado:
- Você sabia que a cerveja é veneno?
O bêbado responde irritado:
- Bobagem (Hic!)! A água já matou muito mais gente!
- O quê? Ficou maluco?
- Ora, e quantas pessoas morreram no dilúvio?
 

Por que os portugueses usam pijama para andar de moto?
- Para fazer a curva deitado!
 

Sabem a diferença entre um português burro e um português inteligente em uma sala de aula?
- O burro escreve no caderno tudo o que o professor escreve no quadro-negro. E o inteligente não escreve nada porque sabe que o professor vai apagar mesmo!

Um pobre arranjou uma ratoeira emprestada, porém não tinha queijo para colocar. Então colocou um papel escrito “vale um queijo”.
E no dia seguinte quando ele foi ver a ratoeira havia um papel escrito “vale um rato”.


Nasci no dia 5 de maio às 5 h da manhã. No meu aniversário de 55 anos, apostei no número 55.555 e ganhei 5 milhões. Peguei a bolada e apostei num cavalo n° 5 no quinto páreo.
- Legal, quanto ganhou?
- Nada, o maldito chegou em quinto!

O médico recomenda a um paciente que sofre de insônia:
- Por que o senhor não tenta contar números?
- Sou boxeador, doutor. Quando chego a nove, me levanto.
 

TOLERÂNCIA ZERO

Fui no banco para trocar um cheque. O caixa pergunta:
- Vai levar em dinheiro?
E a resposta:
- Não, me dá em clips e elásticos!

Cena: casal abraçadinho, entrando no barzinho romântico:
- Mesa para dois?
- Não, mesa para quatro, duas são para colocar os pés.

Cena: o sujeito apanhando um talão de cheques e uma caneta.
A pergunta: Vai pagar com cheque?
- Não, vou fazer um poema nesta folhinha.
 

Cena: Sujeito no elevador de um prédio, no momento em que pára no subsolo-garagem.
- A pergunta: Sobe?
- Não, esse elevador anda de lado.

Cena: Você fumando um cigarro:
- Ora, ora, mas você fuma?
- Não, eu gosto de bronzear os pulmões também.

Cena: Sujeito voltando do píer com um balde cheio de peixes. A pergunta:
- Você pescou todos?
- Não, estes são peixes suicidas que se atiraram no meu balde.

Cena: Homem com vara de pesca na mão, linha na água, sentado em um píer.
A pergunta: Aqui dá peixe?
- Não, dá tatu, quati, camundongo.. Peixe costuma dar lá na....

Cena: Edifício pegando fogo, funcionários saindo correndo pela saída de emergência.
-A pergunta: É incêndio?
- Não, é uma pegadinha do Faustão!

Cena: Sujeito na caixa do cinema.
A pergunta: Quer uma entrada?
- Não, é que eu vi essa fila imensa e queria saber onde ia chegar...
 

MOTIVO

- Por que o banco 24h não deu certo em Portugal?
Porque quando dava 23:30 já tinha uma fila enorme.

SORTE

O português vê uma máquina de coca-cola e fica maravilhado. Coloca uma fichinha e cai uma latinha. Coloca duas fichinhas e cai duas latinhas. Coloca dez fichas e caem dez latinhas. Então ele vai ao caixa e pede 50 fichas.
- Desse jeito o senhor vai acabar com minhas fichas!
- Não adianta, enquanto eu estiver ganhando eu não paro!

BRINCANDO COM O PERIGO

O assaltante aborda o Manoel no meio da rua.
- Pare – grita.
- Ímpare – grita de volta o Manoel estendendo três dedos.
- Mas eu estou te roubando ! explica o assaltante.
- Então eu não brinco mais!