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Edição Setembro/2006 Índice
Sherazade Sherazade ANIVERSARIANTES SETEMBRO: "Os anos nada tem a ver com a idade. Há pessoas velhas aos 26 e outras
infantis aos 65 anos." Dia 2 - Maria Célia - Restaurante Bravo Ricardo SAARA é sucesso! Merece uma Visita Jornal dos Clubes Exposição: Di Cavalcanti Pensamento do Mês Uma pobre mulher, com visível ar de derrota estampado no rosto, pediu fiado alguns mantimentos, ao proprietário do armazém, seu marido estava doente, sem trabalho, tinham 7 filhos para alimentar. O dono do armazém zombou dela: “foi gostoso fazê-los?” Em frente, ao balcão, um freguês que ouviu a conversa, disse que ele desse o que a senhora necessitava, e que era por sua conta. - Muito bem, coloque a lista na balança, o quanto pesar, eu lhe darei em mantimemtos. A mulher retirou da bolsa um pedaço de papel, escreveu alguma coisa e depositou suavemente na balança. O prato da balança com o papel desceu e permaneceu embaixo. - Eu não posso acreditar, disse ele. O freguês sorriu e o homem começou a colocar os mantimentos no outro prato da balança. Como a escala da balança, não equilibrava, ele continuou colocando, mais e mais mantimentos até não caber mais nada. O comerciante ficou olhando para a balança, tentando entender o que havia acontecido. Finalmente, pegou o pedaço de papel da balança e ficou espantado, pois não era uma lista de compras e sim uma oração que dizia: - Meu Senhor, o Senhor conhece as minhas necessidades e eu estou deixando, isto em Suas mãos... O freguês pagou a conta e disse: -Valeu cada centavo... Só Deus sabe o quanto pesa uma oração... “Eu Suprirei todas as Suas Necessidades” SAARA entra na rede virtual para aumentar as vendas Lojas populares do Centro ganharão um portal na internet Do comércio a céu aberto à internet. Sem deixar de lado a tradição e de olho no aumento das vendas, a Sociedade de Amigos das Adjacências da Rua da Alfândega (SAARA) pretende criar, até 2008, um portal para comercializar produtos de maneira eletrônica. Pelo novo canal, os consumidores terão acesso às mercadorias de mais de 1.200 lojas. A compra poderá ser paga com o cartão de marca própria, que já oferece descontos e parcelamento em até 24 meses. Com a nova tecnologia, o número de empregos, que hoje é de 7.500 postos de trabalho, pode aumentar 17%. A informação é do Sebrae/RJ, um dos parceiros do projeto. O Presidente da Saara, Enio Carlos Bittencourt aponta outras iniciativas que serão adotadas: - Os comerciantes também vão participar de cursos de capacitação. O ideal é que todas as lojas passem a vender pela internet, principalmente para o atacado - explica Ênio. Num primeiro momento, de acordo com o Sebrae/RJ será feita uma pesquisa com os micro e pequenos empresários para identificar as necessidades em termos de qualificação e nível de informatização de suas atividade A partir daí, serão formuladas ações de associativismo, capacitação e treinamento (para empresários e funcionários), planejamento estratégico de marketing e orientação para acesso a crédito. Valéria Maniero – Jornal EXTRA – 8/08/2006 Coisas que não pode morrer sem saber! 1 - O nome completo do Pato Donald: é Donald Fauntleroy Duck. (colaboração: DENISE CAMPOS) Comerciantes de Nova Iguaçu querem seguir exemplo da SAARA Outro ponto de bastante destaque no Centro é a existência do maior comércio popular ao céu aberto da América Latina - estamos falando da SAARA, ou seja, da Sociedade dos Amigos das Adjacências da Rua da Alfândega Ao todo, são mais de 600 lojas, em um complexo comercial circundado pelas ruas dos Andradas, Buenos Aires, Alfândega e Praça da República, que funcionam de segunda a sábado, das 9h às 18h. Cerca de 60 mil pessoas costumam circular por dia nesta área durante a semana, mas aos sábados esse numero quase dobra. No último final de ano, aliás, a SAARA foi notícia nos principais jornais da cidade, ao receber uma circulação média de um milhão de pessoas por dia. ‘Isso é motivo de orgulho para todos nós. A valorização dos imóveis aqui está sempre crescendo, dificilmente temos uma loja de porta fechada’, afirma Ênio Carlos Bittencourt, presidente da Sociedade. Segundo ele, ninguém reclama de furtos ocorridos na região, graças à presença dos seguranças fazem a ronda 24 horas por dia. A auxiliar de escritório, Maria Cristina, diz que deixou os shopping centers para ser cliente da SAARA, “Não há outro lugar em que se compre mais barato na cidade”. Ênio adianta ainda que, futuramente, ele pretende trabalhar junto com o poder público visando melhorar a iluminação das ruas daquela área e construir uma cobertura para atrair a clientela mais exigente. Afinal, não há dúvidas de que este é um local onde é possível encontrar todo o tipo de artigos, desde roupas íntimas até materiais religiosos. Durante a Copa do Mundo, por exemplo, o movimento duplicou correspondente ao mesmo período do ano passado através da venda de cornetas, camisetas, bandeirinhas, perucas etc. ‘Temos que tornar o Centro do Rio cada vez mais ativo para que ele reviva os seus tempos de glória’, finaliza Ênio. Ênio Carlos Bittencourt, presidente da SAARA: “O Centro precisa reviver seus tempos aúreos” fonte: Revista do Síndico - jun/julho 2006 Calendário 7 - Dia da Independência 8 - NATIVIDADE DE NOSSA SENHORA 21 - Dia da Árvore e do Radialista Um repórter de campo de determinada rádio corre até Garrincha e pede que ele
dê um adeus ao microfone. E Garrincha: A cantora MARLENE era atração numa festa na casa de Victor Costa, fundador da Rádio Nacional Ela sabia que o presidente Getulio Vargas, o ilustre convidado, gostava da música “Zé Pequeno Era um Soldado de Morte” – no estribilho: “Tão pequenino com o tambor tão grande “, o agradava vaidosamente!!!!!!!!! E cantou!!!!!!!! 22 a 24 - Rosh Hashaná (Ano Novo Judaico) 27 - Dia do Ancião Dia da Secretária Você Acredita no que Vê? Eu não, por exemplo, todos falam ao celular, sem cerimônia nenhuma, aos berros e se sentido Super-homens e Super-mulheres. Haja dinheiro pra tanto falatório, sem falar nos interlocutores que desocupados... vivem falando, falando para quem está na rua. Quando estão almoçando,o companheiro/a geralmente à sua frente fica com cara de paisagem, é cômico, quase patético! A educação não existe mais! Respeito, o que é isso? - Dizem, que o mesmo acontece nos cinemas, na igreja durante a missa, já vi e ouvi. Não sei mesmo como várias gerações viveram sem celular, especialmente sem esta exposição pública da vida privada. Eram mais educados? O Doce no Salgado Até pouco tempo, entendíamos a idade média como um período da história humana de total obscuridade em matéria de conhecimentos. A idéia que tínhamos sobre a era medieval, é que foi uma época de violência, guerras e pestes que assolavam os países. Hoje já pensamos que os homens daquela época viveram relações políticas sociais e econômicas muito diversa aos homens que viveram posteriormente. Todas as épocas da história contém progresso e regresso. O conceito criado pelo homem moderno de que a civilização ao longo dos anos, mantém um contínuo progresso cronológico é falso. A humanidade avança em alguns pontos e retrocede em outros. Achamos, que isso, também se aplica à culinária. Quando Catarina de Médicis chegou à França em 1533, levando seus cozinheiros e chefes, a mesa francesa podia ser considerada como semi-bárbara. Mas apesar de seus assados e guisados brutais, já era comum a mistura de frutas de diferentes sabores junto com os assados, mais ou menos como usamos hoje na cozinha moderna, logicamente guardadas as devidas proporções. Catarina de Médicis praticamente eliminou essa prática dando lugar a cozinha renascentista que tanto enriqueceu o patrimônio gastronômico francês. Hoje na moderna cozinha, os talentosos chefes sentem-se à vontade quanto ao uso de frutas frescas ou cristalizadas, polpas, mel, etc, isso sem contar que os chineses e japoneses com sua cultura milenar, já eram mestres nessa prática. Quando a novidade chegou ao Brasil, encontrou grande resistência, principalmente no interior do país. Hoje sabemos que o açúcar e o sal podem conviver com harmonia se soubermos dosá-los. Podemos comprovar esta teoria seguindo esta receita simplesmente deliciosa: INGREDIENTES MODO DE FAZER Paulinho Mocambo Chegou a hora de eu ser carioca Francisco Buarque de Holanda, 65 anos, nascido no Catete, foi morador do Lido em Copacabana, e morou sempre entre a Lagoa, Jardim Botânico e o Leblon. Ganhou o apelido de Carioca em São Paulo, para onde sua família se mudou quando ele tinha dois anos, porque gostava de passar as férias no Rio. Vivia queimado de sol e torcia pelo Fluminense, até hoje o seu clube de coração. Agora, porém, considera um bom momento pra se afirmar como carioca. Por isso lançou um disco com o título de “Carioca” com muitas canções, a maioria definidas musicalmente por ele como cariocas. O CD tem canção, choro, samba bem brasileiro, bossa nova, samba abolerado e até canção com um toque de música americana. “Tem até citações musicais e literárias á cidade do Rio”, adverte. Considerei que este é um bom momento para me afirmar como carioca porque o Rio está muito por baixo. Vejam o nosso futebol, não está muito bom. Os nossos políticos são considerados como os piores do Brasil. O Rio é uma cidade degradada, com a classe média apavorada. Os favelados são tidos como sub-cidadãos e a gente vê canhões apontados para a favela, sob os aplausos da Zona Sul. A violência atinge índices elevados. Chico Buarque é de opinião que o samba das escolas já deixou de ser samba há
algum tempo. Diz que virou marchinha e todo mundo tem que correr para não
estourar o tempo do desfile. TRECHO DE UMA ENTREVISTA DO CHICO BUARQUE, ONDE ELE DEFINIU “SOLIDÃO” Após 8 anos sem gravar um disco de inéditas, Chico Buarque lança o CD “Carioca” em 2006. São 12 faixas, algumas em parceria com ao artistas Edu Lobo, Ivan Lins e Tom Jobim. Fonte: Jornal dos Clubes - Julho/06 - Dom Taylor e Internet Passatempo A RIFA Certa vez quatro meninos foram ao campo e, por 100 reais, compraram o burro
de um velho camponês. O homem combinou entregar-lhes o animal no dia seguinte.
Mas quando eles voltaram para levar o burro, o camponês lhes disse: Era meu aniversário, 39 anos, meu humor não estava lá essas coisas.... Utilidade Pública Prisão por Falta de Documentos A Constituição da Republica reza que nenhum cidadão será levado à prisão ou nela mantido quando a lei admitir a liberdade provisória, com ou sem fiança, e que a prisão ilegal será imediatamente relaxada pela autoridade judiciária. Logo, ninguém pode ser preso para investigações criminais ou detido por falta de documentos, e se não tiver carteira de identidade será submetido à identificação datiloscópica e fotográfica, e a polícia deve liberá-lo. Na prática isso não acontece. Mesmo quando o cidadão não é preso em flagrante, é levado sob suspeita para delegacia, e depois é que a polícia pede o mandado de prisão para o juiz, enquanto isso ele fica detido nas delegacias. Se for primário, de bons antecedentes, com endereço certo e prova de trabalho, será posto em liberdade mediante um termo de compromisso de comparecer a todos os atos do processo, em qualquer caso de prisão. Aqui no Saara várias pessoas que tenho defendido são de outros Estados, não têm carteira de identidade da Secretaria de Segurança Pública/ DETRAN ou antigo Instituto Felix Pacheco/RJ, por isso ficam presas aguardando informações de seus Estados. E mesmo aqueles que têm identidade expedida pelo Estado do Rio de Janeiro, ficam presos porque Juízes e Promotores de Justiça condicionam a liberdade provisória à apresentação da Folha de Antecedentes Criminais, que demora dias ou meses para ser enviado. Enquanto isso fica preso, punido pela burocracia pública do Estado. Para evitar tudo isso, aconselho que pessoas de outros Estados providenciem a carteira de identidade do Estado do Rio de Janeiro, que pode ser expedida pelo DETRAN ou pelo Instituto Felix Pacheco e, em caso de prisão, procurem um advogado, pedindo que a família leve os seguintes documentos: Carteira de identidade; CPF, Carteira de Trabalho ou comprovante de atividade que exerce, assim como uma conta de luz, água, telefone ou qualquer outro comprovante de residência. J. Haroldo dos Anjos Um Artista Iraniano na SAARA O Oriente, a Pérsia, sua arte e cultura milenar, odaliscas, belos tapetes e figuras lendárias são retratados pelo artista plástico Said Ahmady com grande preciosismo em suas telas, aqui na Saara, pertinho de nós. Said nasceu em Teerã, capital do Irã (antiga Pérsia), vindo para o Brasil em 1983. Tendo conhecido vários países, inclusive tendo residido seis anos nos EUA, sua curiosidade e admiração pelo Brasil sempre foi muito grande, tanto que se considera um carioca por opção. Iniciou seu trabalho artístico por acaso, ao comprar uma caixa de um giz colorido chamado pastel seco para dar a sua filha pequena nascida aqui no Brasil e por achar que seria cedo para ela, resolveu experimentar. Nasceu aí, em 1989, sua primeira obra de arte, fruto de seu talento nato, de sua tão forte sensibilidade. Desde então, nunca parou de pintar. Suas obras têm sido sempre premiadas em diversos Salões de Arte ao longo desses anos , tendo arrebatado desde medalhas de bronze, prata e de ouro à Prêmios Viagem ao Exterior. Já quase perdeu a conta do número de premiações. Também vende suas obras, que tem uma grande aceitação no Brasil e no Exterior. O artista, que já realizou Exposições Individuais em vários Espaços Culturais, está preparando para breve uma Exposição aqui na Saara. Suas telas não só retratam o Oriente. Temas brasileiros também inspiram o artista, que retrata com perfeição qualquer tema, de paisagens, marinhas e naturezas mortas a figuras, especialmente retratos – sua especialidade. As obras deste artista podem ser vistas no Atelier, onde trabalha com a sua mulher, Delia Vianna, também, Artista Plástica, e Arquiteta. Os dois artistas dedicam uma parte de seu tempo a dar aulas de pintura nas técnicas: óleo sobre tela e pastel seco, em seu Atelier. Vale a pena conferir. Atelier: Rua da Alfândega 323 – 5°. andar – Saara, Rio de Janeiro. Tel: 3970-1086 / 9632-7667 Sorria! O ELEVADOR SALA DE AULA PAPEL HIGIÊNICO OS PESCADORES O COLECIONADOR CRIAÇÃO AMOR PLATÔNICO A FANTASIA VIRGEM NO 10° CASAMENTO
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