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Edição Maio/2007 Índice
Sherazade Sherazade SORRISOS “Mãe é o nome de Deus nos lábios de uma criança”.(W.M.Thackeray). ANIVERSARIANTE Desde que teve a idéia com outros comerciantes de fundar a SAARA, Sociedade dos Amigos das Adjacêncais da Rua da Alfândega, em 1962, suas raízes ficaram ainda mais fortes neste quadrilátero comercial. A SAARA passou a ser parte de sua vida. Acompanhou presidentes e diretorias,
sempre lutando para manter a paz e harmonia entre as diferentes raças aqui
presentes. Orgulhosamente criou o apelido de “Pequena ONU” para a A todos ainda recebe, com prazer e sorrisos, contando casos e histórias que não estão em nenhum livro. O fato deste Informativo completar 150 edições mensais, também é resultado do seu esforço e colaboração. Ao completar 80 anos, neste próximo dia 5 de maio, assim como a Parabéns, Demétrio Charl Habib! Pensamento do Mês Quando morreu ela foi direto para o céu – já que tinha sido um exemplo de de dedicação na Terra. Ali chegando, contou às outras mães sua agonia com o filho – e descobriu que nenhuma delas estava satisfeita com os caminhos que seus descendentes haviam seguido. Depois de dias de conversa – quando lamentavam terem sido fortes o suficiente para controlar a família - o grupo viu Nossa Senhora passando. - Aquela ali conseguiu educar seu filho! – disse uma das mães. Imediatamente, todas se dirigiram até Nossa Senhora e elogiaram a carreira de Jesus. - Ele foi um sábio – disseram – Cumpriu tudo que lhe tinha sido destinado, andou no caminho da verdade, não se desviou um só minuto, e até hoje é motivo de orgulho para sua família! - Vocês têm toda razão – respondeu Nossa Senhora. – Mas, para falar a verdade, meu sonho era que ele fosse médico..... PAULO COELHO SAARA Informa MÃE DO ANO Flávia Elias Arbes O sangue de comerciante veio da família. Nos seus 20 anos de SAARA, Flávia teve a oportunidade de trabalhar com o avô Nicolau e o pai Wadih, mineiro de Santos Dumont. Proprietária da SEBRA (que de trás para frente é Arbes) - Meias e Lingerie - Rua da Alfândega, 181 - está casada há 29 anos com Paulo Arbes, sendo uma das principais comerciantes da SAARA. Flávia se orgulha muito de seus filhos, dois advogados e outra, ainda cursando a universidade. Residente no Flamengo, torce pelo time do Botafogo, junto com toda sua família. Flávia é Haddad de nascimento - que traduzindo para o português, é “Ferreira”. Parabéns Flávia, você é uma mulher vitoriosa na vida comercial e na vida pessoal. Digna, representante de todas as mães da SAARA. Aplausos para você e família, em nosso nome e em nome de toda a comunidade saarense. ALMOÇO NA SAARA SUCESSO NO TEATRO RIVAL Parabéns a todas integrantes, em especial a Ana Cuba, pelo grupo talentoso, afinado e que tem presença de palco. Variedades A ARTE DE CALAR 1 – Calar sobre sua própria pessoa. 2 – Calar sobre os defeitos dos outros. 3 - Calar quando se está sofrendo. 4 - Calar diante do sofrimento alheio. 5 - Calar diante da injustiça. 6 – Calar quando o outro está falando. 7 - Calar, quando o outro espera uma palavra. 8 - Calar, não falar palavras inúteis. 9 - Calar quando Deus nos fala ao coração. 10 - Calar diante do mistério que não entendemos. 11 - Quando na escuridão da noite procuramos Deus e não o encontramos. (fonte: internet)
CULTURA UM REAL LUGAR DE LEITURA É um local fabuloso que recomendo a todos pela diversidade e qualidade dos títulos. Infelizmente, as bibliotecas brasileiras têm poucos livros portugueses, desta forma o Real Gabinete se torna um instrumento de pesquisa fundamental. Endereço: Rua Luís de Camões, 30 – Centro – De segunda a sexta de 9h às 18h – Tel.: 2221-3138 (Pertinho da SAARA)
POESIA LIVRO DE POESIA SOL SANGÜÍNEO - IMAGO EDITORA Salgado Maranhão (José Salgado Santos), nasceu em Caxias, no Maranhão. Tem 48 anos e vive no Rio de Janeiro desde l973. Seus primeiros poemas saíram na antologia “ Ebulição da Escrivatura”, editada pela Civilização Brasileira em 1978. Tem quatro livros de poemas publicados: Punhos da Serpente (Achiame, 1989), Palávora (Sette Letras, 1995). O Beijo da Fera (Sette Letras, 1996), Prêmio da União Brasileira dos Escritores, em 1998, e Mural de Ventos (José Olympio, 1998, Prêmio Jabuti de 1999. Salgado Maranhão é também letrista e tem parcerias e gravações com Ivan Lins, Paulinho da Viola, Elba Ramalho, Ney Matogrosso, Zizi Possi, Elton Medeiros, Xangai, Herman Torres, entre outros. Calendário 1 - Dia do Trabalho
13 - Dia das Mães Crônica Escândalo na língua portuguesa “Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador... Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal. Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos. O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar. O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto. Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar. Ela foi deixando...ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo. Todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto. Começaram a se aproximar...ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula; ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros. Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta. Estavam na posição de primeira e segunda pessoas do singular: ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisso a porta abriu repentinamente... Era o verbo auxiliar do edifício ! Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos aos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas. Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história. Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou, e mostrou o seu adjunto adnominal. Que loucura, minha gente! Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-à-trois. Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino. O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.” FONTE: INTERNET Passatempo Qual namorada escolher? Um homem tinha três namoradas e nao sabia com qual delas deveria se casar. Fonte: internet PAPAGAIO DEFEITUOSO Um homem entra numa loja e seu olhar se detém num pequeno papagaio sentado
num poleiro de uma gaiola. Ele não tem pernas! O sujeito exclama: Variedades C E D R O D O L I B A N O
Frases Espirituosas Quando estamos fora, o Brasil dói na alma; quando estamos dentro, dói na pele. Os homens mentiriam muito menos se as mulheres fizessem menos perguntas. A Academia Brasileira de Letras se compõe de 39 membros e um morto rotativo. Brasil? Fraude explica Pior do que o fim do mundo, para mim é o fim do mês. Quem se mata de trabalhar merece mesmo morrer. Como se algum político, com exceção de meia dúzia de três ou quatro,
representasse alguém, a não ser a si mesmo, a família e aderentes. A minha vontade é forte, mas a minha disposição de obedecer-lhe é fraca. O sol nasce para todos, a sombra pra quem é mais esperto. O marido não deve ser o último a saber. Ele não deve saber nunca. Eu criei essa máscara de mulher eternamente bela e, certamente, tenho que
pagar por ela. Democracia é quando eu mando em você. Ditadura é quando você manda em mim. A arte de ser louco é jamais cometer a loucura de ser um sujeito normal. Nenhuma situação é tão complicada que uma mulher não possa piorar. O Brasil é um país geométrico ..... tem problemas angulares, discutidos em
mesas redondas, por um monte de bestas quadradas. Utilidade Pública Mamão: um tesouro ao seu alcance O mamão (Carica papaya), originário da América Tropical, é uma das melhores frutas do mundo, tanto pelo seu valor nutritivo, como pelo poder medicinal Cada parte dessa planta é preciosa, a começar pelo seu tronco! De sua parte interna, retira-se uma polpa que -- depois de ralada e seca --- assemelha-se ao coco ralado. É rica em propriedades nutritivas e aproveitada, em alguns lugares, no preparo de deliciosas rapaduras. O cozimento das raízes dá um tônico para os nervos , e é também remédio para as hemorragias renais. As folhas do mamoeiro, após secas à sombra, têm aplicação no preparo de agradável chá digestivo, que pode ser dado livremente às crianças, pois não contém cafeína. O suco leitoso extraído das folhas é o vermífugo mais enérgico que se conhece. Usa-se diluído em água. Ainda é digestivo e cura feridas! Os índios preparam a carne envolvendo-a com folhas de mamoeiro por algumas horas, antes de levá-la ao fogo. Esse processo amacia a carne !!!! Com as flores do mamoeiro macho prepara-se um maravilhoso xarope, que combate a rouquidão, tosse, bronquite, gripe e indisposições gástricas causadas por resfriados. Coloca-se um punhado de flores, com um pouco de mel em vasilha resistente ao calor, mas que não seja de alumínio. Acrescenta-se um copo de água fervendo, tapando-a bem. Depois de esfriar, tomar às colheradas, de hora em hora. Com o fruto verde faz-se um doce maravilhoso. Pode-se também prepará-lo ensopado ou ao molho branco. O mamão maduro é altamente digestivo (cada grama de papaína - fermento solúvel contido no fruto - digere 200g de proteína); tem mais vitamina C do que a laranja e o limão; contribui para o equilíbrio ácido-alcalino do organismo; é diurético, emoliente, laxante e refrescante; cura prisão de ventre crônica e, em jejum, pela manhã, faz muito bem ao estômago; é eficaz contra a diabete, asma e icterícia; bom depurativo do sangue; não pode faltar na alimentação da criança, pois favorece o seu crescimento. Depois de comer-se o mamão, esfrega-se a parte interna da casca sobre a pele para tirar manchas, suavizar a pele áspera e eliminar rugas. Mastigar de 10 a 15 sementes frescas elimina vermes intestinais, regenera o fígado e limpa o estômago. Comidas em quantidade, são eficazes contra câncer e tuberculose!!!!!! Faltava dizer que qualquer uso que se faça de qualquer parte desta planta traz consigo uma ação vermífuga poderosa, o que bastaria para destacar sua importância. Melhor do que consumir frutos de supermercados (colhidos verdes e amadurecidos à força, no carbureto), é colhê-los já maduros no pé, no próprio quintal, pois serão livres de agrotóxicos. Num espaço bem apertado cabem vários mamoeiros. Eles gostam de terra boa, bem adubada. O consumo do mamão é recomendado pelos nutricionistas por se constituir em um alimento rico em licopeno (média de 3,39 mg em 100 g), vitamina C e minerais importantes para o organismo. Quanto mais maduro, maior a concentração desses nutrientes. Fonte: internet O quê??? Caixa preta No exterior Espaço Briga Café da Manhã Tipos de Marido Tomadas Dois Bêbados Divisão de Bens Verdades Verdadeiras: Mosquito Na SAARA
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